História

Dez anos separam um sonho de uma realidade abençoada. Foi durante esse período que o grupo de jovens STELUM nasceu e se estruturou. Hoje é referência na paróquia São Jorge e em sua comunidade.

O grupo ainda sem nome foi gerado muito antes, nos pensamentos de um peculiar e determinado padre que chegou na paróquia São Jorge para “botar ordem na casa”, como diz o velho ditado.

Não que o antecessor – Pe. Estanislau – não tivesse tido competência para tal feito, mas nenhum padre anterior a Marcos Dabkowski fez tanto pela juventude de sua comunidade.

Com alguns anos de experiência no currículo brasileiro e o sotaque expansivo e seco polonês na ponta da língua, o meio termo para ele virou inteiro, e o gênio forte de Marcos assinalou o começo de uma nova história – anos de muitas bênçãos, diga-se de passagem.

O recruta soldado escolhido pelo padre para dar início as atividades de um novo grupo era Marcelo Simeão, líder do chamado “Lírio do Vale”, antigo grupo de jovens da paróquia. Como uma missão específica, Pe. Marcos jogou as armaduras nos braços de Marcelo e designou “vai e boa sorte!”, não que as palavras tenham sido essas de fato, mas o que estava por vir, sem dúvida já estava bem esclarecido.

E como missão de formar um novo exército, Marcelo escalou dois novos recrutas. Ramon Rafael Couceiro e Liliane Ramos (com pouca ou muita resistência, não sei dizer) tornaram-se então, os primeiros coordenadores do STELUM.

O nome do grupo, aliás, foi sugerido por um seminarista de nome Valdir, a partir da passagem de Mateus 4;13-16.

A partir daquele momento foi firmado o início de um sonho real que atinge dez anos de atividades em 2011 e celebra a força da juventude cristã.